Capital Inicial - Não Olhe Prá Trás





Meu perfil
BRASIL, Sudeste, DIADEMA, Jd. Maravilha (uma maravilha de Bairro), Mulher, de 20 a 25 anos, Baladinhas..rs..rs
MSN - claudinhadinha2@hotmail.com


Histórico:

- 16/01/2005 a 22/01/2005
- 02/01/2005 a 08/01/2005
- 12/12/2004 a 17/12/2004
- 05/12/2004 a 10/12/2004
- 28/11/2004 a 03/12/2004
- 21/11/2004 a 26/11/2004
- 14/11/2004 a 19/11/2004
- 07/11/2004 a 12/11/2004
- 31/10/2004 a 05/11/2004
- 24/10/2004 a 29/10/2004
- 17/10/2004 a 22/10/2004
- 10/10/2004 a 15/10/2004
- 03/10/2004 a 08/10/2004
- 26/09/2004 a 01/10/2004
- 19/09/2004 a 24/09/2004
- 12/09/2004 a 17/09/2004
- 05/09/2004 a 10/09/2004
- 29/08/2004 a 03/09/2004
- 22/08/2004 a 27/08/2004
- 15/08/2004 a 20/08/2004
- 08/08/2004 a 13/08/2004
- 01/08/2004 a 06/08/2004
- 25/07/2004 a 30/07/2004



Outros sites:

- UOL - O melhor conteúdo
- BOL - E-mail grátis


Votação:

- Dê uma nota para meu blog

Indique esse Blog


a href="http://variascoisinhas1.blogger.com.br" target="_blank"> Skank - Vamos Fugir a href="http://variascoisinhas1.blogger.com.br" target="_blank">
Premiado pelo Thomoeda Templates Blogs Templates :: Tudo para incrementar seu blog!

Layout Por





FALANDO DE AMOR


Quando me amei de verdade, pude compreender

que em qualquer circunstância, eu estava no lugar

certo, na hora certa. Então, pude relaxar.


Quando me amei de verdade, pude perceber que

o sofrimento emocional é sinal de que estou indo

contra minha verdade.


Quando me amei de verdade, parei de desejar que

a minha vida fosse diferente e comecei a ver que

tudo o que acontece contribui para o meu

crescimento.

Quando me amei de verdade, comecei a perceber

como é ofensivo tentar forçar alguma coisa ou

alguém que ainda não está preparado, inclusive

eu mesmo.

 Quando me amei de verdade, comecei a me livrar

de tudo o que não fosse saudável. Isso quer dizer:

pessoas, tarefas e  qualquer coisa que me

pusesse pra baixo. Minha razão chamou isso de

egoísmo. Mas, hoje eu sei que é amor-próprio.

 
Quando me amei de verdade, deixei de temer meu

tempo livre e desisti de fazer planos. Hoje, faço o

que acho certo e no meu próprio ritmo.

Como isso é bom!

 Quando me amei de verdade, desisti de querer ter

sempre razão e,com isso,errei muito menos vezes.


Quando me amei de verdade, desisti de ficar

revivendo o passado e de me preocupar com o

futuro. Isso me mantêm no presente,

que é onde a vida acontece.

 Quando me amei de verdade, percebi que a minha

mente pode  me atormentar e me decepcionar.

Mas, quando eu a coloco a serviço do meu

coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.



- Postado por: DI às 14h13
[ ] [ envie esta mensagem ]

_________________________________________________________________





Existem duas dores de amor:

A primeira é quando a relação termina e a gente, seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro, com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva, já que ainda estamos tão embrulhados na dor que não conseguimos ver luz no fim do túnel.

A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.

A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços,
a dor de virar desimportante para o ser amado. Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida:
a dor de abandonar o amor que sentíamos. A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também...

Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou. Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém. É que, sem se darem conta, não querem se desprender. Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir, lembrança de uma época bonita que foi vivida... Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual a gente se apega. Faz parte de nós. Queremos, lógicamente, voltar a ser alegres e disponíveis, mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo, que de certa maneira entranhou-se na gente, e que só com muito esforço é possível alforriar.

É uma dor mais amena, quase imperceptível. Talvez, por isso, costuma durar mais do que a 'dor-de-cotovelo' propriamente dita. É uma dor que nos confunde. Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos, que nos colocava dentro das estatísticas: "Eu amo, logo existo".

Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da gente...

E só então a gente poderá amar, de novo.

 

Ahh sim, sábado vi o Jr....foi muito normal...naum senti nada..nada
mesmo...Caracas
tenho certeza q agora passou.. Na verdade  minha dúvida agora é se algum
dia existiu!!! Mas enfim to bem...aprendi com tudo isso q na vida tudo passa
e nada é o q parece ser....que para ser feliz precisamos estar de bem com
agente mesmo, estar rodeados de pessoas q gostamos..amigos..família..enfim...
o CORAÇÂO..rs..rs bem este esta bem, vago no momento na espera de uma nova
pessoa para preencher o espaço q agora esta vazio!!!!

 



- Postado por: DI às 09h52
[ ] [ envie esta mensagem ]

_________________________________________________________________